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sábado, 17 de agosto de 2019

Santo Antônio do Pinhal #fail - Campos do Jordão

     Mais uma mudança de estado se aproxima então o plano até o final do ano é explorar ao máximo a região, tendo em vista que aqui por perto tem muita cidade bacana pra conhecer. A eleita desse final de semana foi Santo Antônio do Pinhal, cidadezinha super fofa e que é pertinho de Campos do Jordão e de São Bento do Sapucaí, nosso real destino - queremos conhecer a Pedra do Baú.
     Alugamos pelo Air BnB uma casa super fofa, com um jardim lindo, um córrego cruzando o terreno com área para piquenique, uma bela churrasqueira, bem maneira mesmo a tal casa. Acordamos cedo e iniciamos a saga de conseguir sair de casa. Um mundo de coisas pra enfiar no carro! Chegando lá a criançada já desembarcou explorando o terreno, todo mundo eufórico! Tira tudo do carro, inspeciona a bela da casinha e... cadê as toalhas? Opa, cadê os lençóis? 
     Não tinha.
     Buá! A pessoa que alugou a casa tinha mandado um "manual da casa" com umas 12 páginas que o Bruno resolveu não ler (quem leria???) e lá estava escrito que tinha que levar. Aff!
     O jeito foi fazer um acordo com a tal pessoa e tentar não perder totalmente a viagem.
     Esticamos até Campos do Jordão pra licores, chocolates diferentes e roupas de frio!
     Daí voltamos pra casa e encerramos o dia fazendo o que a gente mais gosta e tira qualquer um da fossa: churrasco do papai! 
     Semana que vem a gente vai de novo!!!


Chocolate em forma de console de PS.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Verdade ou consequência 2

     Eu sou a favor de enganar as crianças. Aliás, eu adoro fazer isso. Sou a favor de olhar bem no fundo dos seus olhinhos brilhantes e mentir descaradamente. Sou a favor de inventar coisas muito doidas e enfiar na cabeça delas como se isso fosse a coisa mais real do mundo. É isso aí, não nego, sou fã de carteirinha do Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fada do Dente e seus amigos. Eu sou muito fã dessa magia, dessa inocência, desse sonho que envolve esses personagens! No que diz respeito a mim, nesse assunto eu minto mesmoooo! Aqui em casa eu rebolo, invento e faço o que eu posso para viver essa delícia que é, a cada data mágica, fazer realmente a mágica acontecer. Pena que hoje em dia as crianças sejam tão malandras e isso acabe cada vez mais cedo. Não tem jeito, um dia a casa cai. 
     Já contei aqui como foi quando a minha primogênita descobriu. Foi um tremendo choque para ela. Hoje chegou a vez da minha Jujubinha. Ela do nada (já que não está na época de nenhuma festa) afirmou, super sentida, que o coelho da Páscoa não existe. Juro, fiquei sem chão. Ela falou com uma tristeza e principalmente, com uma certeza, que eu vi que não ia ter jeito a não ser abrir o jogo. Mais triste é saber que quando cai um, caem todos. Daí ela contou de onde veio a pergunta: nas férias, a prima dela, Natalie, mais nova que ela, mostrou-lhe uma foto que eu postei no Instagram, na qual eu estou desenhando as pegadinhas no chão. Caraca, isso tem uns quinze dias pelo menos! Pensa quanto tempo ela ficou refletindo o assunto pra me contar e me perguntar! Tadinha! Ainda pediu para eu não brigar com a Naná! Eu não vou brigar, eu vou torcer o pescoço! Kkk Aff! Sou muito a favor da inocência e muito contra crianças em redes sociais!!!
     Deu tanta pena! O mundinho dela desabou, sabe? Ela chorou compulsivamente, chorou tão magoada, foi de partir o coração... Engraçada foi a história que eu lembrei na hora. Quando ela tinha uns dois anos e a Nanna nove, a idade que ela tem agora, era Natal e a Nanna quis fazer uma carta. Bruno e eu observando a Nanna chamar a Juju para ajudar com a cartinha. Daí a Juju vira e fala na cara da Nanna: 
- isso não existe, são os nossos pais que compram. E a Nanna:
- Julia, para de falar besteira, sua maluquinha! Vamos fazer a carta senão ele não vai saber o que nos queremos de presente e blá blá blá.
     Para animá-la um pouco, combinei que na próxima festa nós vamos juntas "enganar" o Pedro. Ela até deu um sorrisinho mas a tristeza imperou por aqui hoje.
   

sábado, 12 de setembro de 2015

Nossa ida para Oxford!

     Chegamos, uhuuuuuuu! Me sinto tãooo feliz! Dito isso, vou contar a saga que foi chegar aqui!
     O dia começou com dor no estômago. O frio na barriga era tão forte que virou dor física! A verdade é que eu repeti pra mim mesma feito um mantra que era hoje que a gente vinha pq ainda não estava conseguindo acreditar! Um sonho muito grande estava se realizando! Me sinto orgulhosa do maridão e da nossa parceria em tudo que fazemos e conquistamos.
      Me despedi da minha irmazinha, meu afilhado e da Rebeca bem rapidinho, pra não chorar! Meu compadre Paulo junto com a Mari nos levaram à rodoviária para a primeira pernada. Quando eu ainda estava lá na casa deles, me dei conta de que, caraca, eu estava mega ferrada. Precisou de dois carros pra nós sairmos de um lugar pro outro, dois carros lotados! Levamos tanto tempo pra enfiar todas as bagagens dentro deles que era óbvio que ia ser trabalho demais para um pessoa só! Nessas horas eu levanto as mãos pro céu por criar meus filhos do jeito que crio! Não carrego a mochila de ninguém pra ir à escola, saio do mercado distribuindo sacola pra todo mundo, faço cada um fazer o que consegue em casa e com essas pequenas coisas, cada um deles sabe que tem a sua parte a fazer, sabe que tem que ajudar no que for possível. Hoje eles mostraram que seguram a barra mesmo quando não dá mais!
     Paulo e Mari nos deixaram na porta da rodoviária de São José dos Campos. Entulhei um daqueles carrinhos com as malas mais pesadas e sai correndo pra despachar. Voltei correndo, enchi mais dois carrinhos, dessa vez peguei um, Nanna outro e os pequenos levaram no braço e nas costas o que sobrou. Doze malas no total. Ulalá! Da rodoviária ao aeroporto de Guarulhos foi pouco mais de uma hora de viagem. Desembarcamos e foi ridículo. Cara, não tinha como carregar tudo, não dava! Era mala demais pra adulto de menos! Pensei em empilhar em quatro carrinhos mas o Pepê ainda é tão pequeno que não tem altura pra enxergar kkkkk! O jeito foi empilhar em três e colocar a Juju pra malhar! O Pedro tb empurrava junto, com ela guiando. Parei pra registrar o momento:



     O check in demorou pacas, queria ter comido algo com as crianças mas não deu tempo. Comprei as últimas libras por aquele precinho estratosférico e embarcamos. Aí que deu raiva. Muita! O avião teve algum problema e ficamos parados no aeroporto por três horas! Sem água, comida, ar condicionado... PQP, foi Phodaaaa. Não tem brincadeira, imaginação ou bom-humor suficiente pra enrolar as crianças tanto tempo nessa tortura. Já tinha passado da meia noite e os putos nem pra dar uma luz sobre o que ia acontecer. Mas no fim das contas, mesmo com zero explicação por parte da companhia, levantamos voo. Amém! Foi o bichinho voar pras crianças, mesmo morrendo de fome, capotarem. Não deu quinze minutos começaram a servir o jantar. Meu mau-humor estava nas alturas, literalmente. Daí, confesso, foi fofo. O comissário veio com aquele carrinho e pediu para eu abaixar as bandejinhas. Eu tipo: what? Eles três chapados, no décimo sono, vou abrir as bandejas pra quê?! Eu não tinha força, disposição, paciência, eu estava com fome mas tb estava dispensando a comida, cara, eu só queria dormir! Fora que meus filhos são uns malas pra comer quando estão acordados, imagina quando estão dormindo? Caso perdido! Daí ele abaixou todas as bandejas, inclusive a minha e começou a falar que a gente tinha que comer senão a gente ia morrer de fome, que era importante etc, me deu minha comida e se encarregou de acordar todo mundo. Até aí eu ainda estava querendo matá-lo, ele só estava me dando trabalho kkk! Daí ele ficou lá, ao nosso lado, dando comida pra Julia, ajudando o Pedro, foi super paciente e solícito. O cara me salvou! Ficou de babá! Foi super bom!


     Com o super atraso do voo para sair do Brasil, chegamos a Casablanca com pouca esperança de conseguir pegar a conexão. O cara do raio-x encrencou com a minha bagagem de mão e me fez abrí-la. Até aí, tranquilo, faz parte. Eu estava levando uma caixa de metal com um jogo que adoramos: dominó mexicano. São 91 peças. O cara não deixou a caixa cair no chão?! Voou peça pra tudo que foi lado, pataqueoparillllll! Na mesma hora a criançada começou a operação rastejo. Afinal, se perder uma peça, já era! Só que aquela parte do raio-x é lotada, né? Fica aquela confusão. Daí o cara que derrubou tudo ficou me tocando de lá, mandando eu andar. Como assim, meu amigo? Quem foi a anta que derrubou tudo? Ah, tá! Vai se ferrar! Já tô saindo, Kirido! Assim que eu achar tudo! Tem gente que é tão legal, né? Daí que aquela esperança de não perder a conexão se esvaiu. Ao acabarmos de catar tudo, pior, ao acreditar que acabamos de catar tudo (o que só descobri qd cheguei aqui e yes, catamos tudooo!), tinha certeza que a tinha perdido.
     Perdemos mesmo. Mas nem foi tãoo ruim, só duas horas de espera. O que foi phoda nisso tudo foi estar incomunicável. Estava previsto de chegarmos ao Heatrow às 17 horas. Pelo andar da carruagem, eu só chegaria lá às 20:30 com a certeza de ficar mais de uma hora na imigração. Já estava começando a sofrer só de imaginar o nervoso que o Bruno ficaria de chegar lá e mofar sem nenhuma notícia minha. Mas não tinha o que fazer. Pousamos no Heatrow no horário previsto. A fila da imigração era algo inacreditável. Se eu não fosse adulta, eu tinha chorado! Já estávamos viajando há 24 horas e tínhamos uma fila quilométrica pela frente, em pé! Eu nem sabia onde terminava a fila... Aff, foi horrível! Passado mais de uma hora naquela tortura, veio um cara e perguntou se eu era brasileira e se os três eram meus filhos. Eu respondi que sim e então ele me tirou de lá (eu estava mais ou menos no meio da fila) e me colocou na fila de quem tem prioridade. Oremos! Em dez minutos, passamos pela imigração. 
     Ver meu fofinho foi emocionante. Finalmente, estávamos todos juntos novamente e aqui, na Inglaterra! Ele me recebeu com uma puta cara de alívio e um buquê de flores -  que depois deu um trabalhão pra carregar pq não tinha nenhuma mão sobrando para carregá-lo! Ele foi todo amassado dentro de uma mochila! kkk. Daí ele me contou que passou as últimas horas tentando obter notícias nossas junto a cia, que não forneceu nenhuma, e junto à imigração. Ele ligou tantas vezes que acreditamos que o cara foi me resgatar na fila pq ficou com pena dele. Oremos de novo! kkkkk Valeu, mozão!


     Eu bem queria que tivesse acabado pq, juro, não aguentava mais, não. Eu era o bagaço do bagaço. Mas ainda faltava um monte... Pegamos um metrô dentro do aeroporto até a estação de ônibus. Depois um ônibus executivo até Oxford. Depois outro ônibus de rua até a nossa nova casa. 



     Só que cada pernadinha dessa, não tinha mais aqueles carrinhos de aeroporto para ajudar. Era tudo na mão! Pourrannn! Dividimos as malas por peso, colocamos as mochilas nas costas e cada um pegou duas de acordo com o seu tamanho, Bruno as mais pesadas até Pedro, as mais leves. Quando desembarcamos do último transporte, o ônibus de rua, até a nossa casa eram quatro quarteirões a pé. Pra melhorar, estava fazendo 8 graus. Foi de chorar! Acho que nunca me senti tão exaurida na vida. Bravus race que nada, essa vinda pra cá, re-redefiniu meus limites huahauhau! As crianças se mostraram super guerreiras, foi de dar orgulho dos meus mini-bravus! Todo mundo estava carregando malas e todo mundo sabia que não tinha como receber ajuda, cada um tinha a sua parte a fazer. Daí a Juju, em meio à gargalhadas de dor falou: nossa! Meus bracinhos estão queimando tanto que parece até que vão cair!!! Mas por incrível que pareça, apesar de todo cansaço e até dor, estava todo mundo feliz pra caramba! Entrar na nossa casa nova foi incrível! Todo mundo curioso! Animado! Mesmo exaustos, lanchamos e abrimos um vinhozinho pra celebrar! Muito bom finalmente estarmos aqui! Papai do céu nos abençoe nessa nova vida! U-hu!


  

sábado, 6 de junho de 2015

É muita lábia!

     Cara, sou casada com um cara muito, muitoo inteligente. Sabe aquelas pessoas que chegam a dar um pouco de raiva? Então, meu marido é dessas. As vezes quando tenho que estudar com as crianças, eu vou lá, leio a matéria toda do livro (coisas que muitas vezes parecia que eu estava lendo pela primeira vez hahahahhaha!), daí vem o engraçadinho e faz uma explanação de quinze minutos sobre o tema, putz! Ele é o tipo de pessoa que se em algum momento da vida leu alguma coisa, essa coisa foi devidamente arquivada. Ele é a minha wikipedia privada! Vamos deixar claro que eu também arquivo tudo mas o que eu mando pro "arquivo morto" vai em volume muito maior, sou uma pessoa prática! 
     Eu e a Nanna sempre brincamos com ele, chamando-o de nerd. Ele recusa veementemente o título. Daí eu fui fazer um teste daqueles bem bobos do face pra medir o quão nerd eu sou. Porra, deu 100%! Virei nerd por osmose! Hahahahhaha! Daí fiquei com medinho de mandar ele fazer pq se desse menos que o meu, ia ser zoada até o fim da vida, né? Mas achei que seria impossível então mandei pra ele, claro que deu 100%. O da Nanna deu zero! Bom, pra mim ser chamada de nerd é uma honra! Não fico menos gata por causa disso, hahahahhahaha! #pessoametida
     Bom, toda essa explicação acima foi pra dizer que o que ele tem de "gênio", tem de "burro". Se tem uma coisa que eu não posso pedir pra ele, é uma coisa simples. Ele nunca vai acertar de primeira, parece que sempre olha para as coisas de forma complexa. Cara, tem que ver pra ele pregar um quadro na parede! Ele calcula a área da parede, a área da sala, a distância entre x,y e z pra depois de uma hora colocar o prego. Choro de rir pq as vezes fica torto. Olhômetro, conhecem? Meu método! Gente, mas eu acho tão fofinho esse jeito dele! Acho que todos os neurônios são usados para arquivar informações que ele lê, daí não sobra nenhum pra lembrar onde colocou a carteira (que deve ter pernas!), onde colocou o ticket de estacionamento do shopping, onde ficam as coisas na cozinha, onde foi parar aquele documento super importante, é uma negação pra isso.
     Ele foi pros EUA ontem, à trabalho. Esqueceu duas munições no fundo da mala! Fofinho, como assim?Não foi a primeira vez mas nas outras elas não foram notadas. Muito cabeça oca, cara! Isso é coisa pra se esquecer?!  Daí na hora que ele desembarcou em Miami e foi passar pela imigração, a sirene apitou e a polícia o levou! Caraca, se fosse comigo, ia levar uns bons cascudos e ser mandada de volta, no mínimo! Ele entrou no país a ainda ganhou um souvenir: 


     Ah! Meu amor, a cada dia que passa eu fico mais doida por vc! Ainda não acredito que vc se safou, seu lindo! É muita lábia mesmo!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Zona Federal

     Como eu comentei antes, nossa mudança foi recebida pela prima Dayse, quando ainda estávamos no Rio. Nossa casa em Curitiba era mais que o dobro do tamanho da que estamos morando em Brasília e embora tenha me desfeito de muita coisa, definitivamente, deveria ter me desfeito de muito mais!. Ai, ai, ai... Pra piorar, os safados, picaretas dos caras que fizeram a mudança, levaram o dia inteiro pra enfiar tudo dentro do apartamente e falaram que no dia seguinte voltariam pra montar os móveis, desencaixotar, etc. Passaram aí na sua casa? Coincidência!
     Então tive que "contratar" Schettini&Zottich pra finalizar o trabalho! Saca só:



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Férias!

     Papai do céu, me abençoe e me dê muitaaaa paciência! Não me dê força nenhuma e de quebra, por favor, leva a que eu tenho! Esta já basta pra esfolar minhas pestinhas... Ai, gente, essa coisa de férias escolares não é de Deus, não! Começou hj e vai até fevereiro. F-e-v-e-r-e-i-r-o!!! Fico como?

2 meses de diversão garantida! Iupi!

domingo, 27 de novembro de 2011

Ô sorte!

     Detalhe curioso e totalmente infeliz na nossa viagem: na hora de entrar no Rio Iapó, em um dos "panelões do sumidouro" a água estava supeeeer gelada. A mais corajosa e doida pra entrar era a Jujubinha. A tonta aqui esqueceu o biquíni dela no carro mas esta não se fez de rogada, tirou a roupa e ficou pronta pra mergulhar - só de calcinha, sem vergonha! Papai pulou na frente pois só sabíamos que era raso - mas não se era raso o suficiente pra uma criança. Juju pulou meio segundo depois dele!
     Brincou muito, deu vários mergulhos e quase na hora de sair, do nada ela começou a gritar desesperada:
     - Ai, minha bundaaaaaaaaaaaaaaa!
     Enquanto ela chorava aos prantos, Bruno retirou um "espinho" do seu bumbum. No que ele a ergueu mais um pouco pra fora dágua eu vi: gente, uma abelha, uma a-be-lha (uatafóqui???) dentro da calcinha dela! Arrego, maluco! Que sacanagem, né?
     Eu a puxei pra fora do panelão, a enrolei numa toalha, a abracei e falei:
     - Calma, princesinha! Tá doendo muito ainda?
     - Ai, manhê! Tá doendo pra cacete!
     Primeiro palavrão da vida! Totalmente justificado! 
     O parque tem vários monitores que nos ajudaram com uma pomada e rapidinho ela melhorou. 

Detalhe:
     Na escola ela contou pros amiguinhos do passeio. Perguntei:
     - Vc tb contou que mergulhou na cachoeira?
     - Clalo que não, né, mãe? Eu ia ficar com vegonha deles sabelem que o bicho entlou na minha calcinha!
     "Clalo" que eles iam pensar isso imediatamente...  

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Operação Pente Fino

     Eita final de semana divertido! No sábado maridão fez um churrasco delicioso, família toda curtindo um solzinho, comendo tranquila, batendo papo... Eis que eu estava fazendo um cafuné na Juju e pow! Que merda, um pi-o-lho! Cara, é impressionante a coceira que vc sente qd acha um piolho em alguém. Começa com um leve nervoso na cabeça que vc reluta pra não mexer, mas qd vc vê já está se coçando freneticamente feito cachorro viralata pulguento e é incontrolável! Coça até o pé!
     Resultado, corre até a farmácia, compra kwell, deltacid, talco pra pulga(mentira!), compra tudo que vê pela frente e sai passando nos cabelos. Levei uma verdadeira surra, fiz musculação pesada passando o pente fino no cabelo da Nanna que além de ser mega hiper power volumoso, ainda bate quase na bunda, aff! Fora que ela parece uma velha daquelas beeeeeeem chatas, reclama sem parar a cada 15 segundos. Juro que se não fosse o pânico de pegar e a ânsia de me livrar dos insetos eu abandonaria a missão! Juju pelo contrário foi a coisinha mais fofinha. Falei pra ela que eu ia passar bem devagar o pente, mas aquela droga de pente machuca a cabeça de qq jeito. Daí qd só faltava um pedacinho pra acabar, ela começou a chorar baixinho e eu levei o maior susto. 
     - Jujubinha, que foi amor, tá ardendo seu olho?
     - Ai, mãe, desculpa, eu não quelo reclamar, não, mas é que esse pente dói muito na minha cabeça!
     Ai, tadinha, gente! Ela tinha noção que estava sendo o maior saco pra mim então segurou muito a onda, que mocinha, né? No final das contas, aspirei tanta permetrina que passei malzão e perdi minha corrida de domingo, snif!



Piadinha idiota:
Dois piolhos se encontraram em um baile Funk e começaram a dançar. De repente um deles fica desesperado e sai correndo então o outro pergunta:
      - O que é que foi?
      E ele responde:
     - É o pente, é o pente, é o pente, é o pente... É o pente, é o pente...

domingo, 7 de agosto de 2011

MacGyver

     Ai, gente, quando é que na vida uma pessoa imagina que num inocente passeio ao shopping acontecerá a devlin que aconteceu hj... 
     Vamos lá: o objetivo era levar as crianças ao cinema, o que não rolou pq a sessão (tentamos em 2 shoppings diferentes, que ódio!) lotou. Então resolvemos, já que já estávamos lá, comprar o presente do dia dos pais. Shopping cuspindo gente + 3 crianças enfezadas + mulher com TPM = volte para casa. Não fizemos a conta na hora e continuamos a busca pelo presente. Entramos na Siberian do shopping Muller. Ô lojinha chata pra ir com criança. Tem dois andares e no mezanino é que é a seção masculina, ou seja, não largue a mão dos seus filhos. Ok, isso foi observado. Fomos até o provador. Criança a-ma provador. Essa sempre é a parte tranquila do passeio. Escolher é aquele inferno, um olho nas roupas, outra neles. Mas depois que vc entra no provador é batata, eles entram em outra cabine que na imaginação deles deve ser uma nave ou coisa do tipo, e vc experimenta as roupas em paz. Bruno tá lá provando e eu aprovando qd o santinho do meu filho começa a pedir socorro. Socorro digo eu! Pois é minha gente, ele se trancou. Começou a operação resgate.
     1ª tentativa - enfiar a cabeça na brecha que tinha entre o chão e a porta e explicar pro Einstein como fazer pra abrir a porta. Ele não conseguiu.
     2ª tentativa - tentar passar a Juju pela brecha, ahahaha! Mas ela não coube no espaço...
     3ª tentativa - pausa pro pânico que começou a se instalar.
     4ª tentativa - tentar alcançar a inalcançável fechadura.
     5ª tentativa - pegar um cabide pra ver se ele alcançava. Não rolou...
     6ª tentativa - subir numa caixa e repetir a 4ª e a 5ª pela brecha entre a porta e o teto. Tb não deu.
     7ª tentativa - pegar uma vassoura e tentar por baixo e por cima.
     8ª tentativa - o jeito foi desmontar a porta...

     Fala sério, gente, que mico! Deixamos um dinheiro lá, viu? Pra compensar a cara de (*) que ficamos!!!